Réveillon deve ter fogos e projeções distribuídos pelo Rio

Diante da impossibilidade de realizar shows e receber milhões de pessoas na praia de Copacabana no fim deste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, a Riotur estuda novos formatos de réveillon, mais virtual e descentralizado, para a cidade. Atendendo a pedidos da Associação de Hotéis, a pasta municipal trata como hipótese principal a pulverização das celebrações da chegada do novo ano pela região da rede hoteleira — com recursos visuais —, mas quer ampliar a sugestão, incluindo no roteiro as Zonas Norte e Oeste do município. Sem tratamento diferenciado para Copacabana, mesmo a queima de fogos deverá acontecer de forma igual em todas as localidades, e mais modesta.

A suspensão do festejo em Copacabana chegou a ser cogitada, mas depois a prefeitura negou a possibilidade. O órgão municipal contou que conversava com os setores de Comércio e Turismo, entre outros, sobre alternativas para diminuir suas perdas financeiras.

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